Olá, prezados(as) leitores(as),
em meio às notícias de contaminação do meio ambiente devido ao acidente nuclear de Fukushima, no Japão e a notíciade bueiros explodindo no Rio de Janeiro, uma outra me chama ainda mais a atenção:
Árvores artificiais podem converter dióxido de carbono em oxigênio
Pesquisadores dos Estados Unidos projetaram “planta” com garrafas plásticas recicladas que filtram o ar
A imagem postada na notícia, sugerindo um ambiente com as supostas árvores artificiais (ainda só o projeto) imediatamente me remeteu a um filme que assisti em 1982, no cinema: Blade Runner, o caçador de andróides...
ÁRVORES ARTIFICIAIS
Fonte:http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI220833-18276,00-ARVORES%20ARTIFICIAIS%20PODEM%20CONVERTER%20DIOXIDO%20DE%20CARBONO%20EM%20OXIGENIO.html
CENAS DO FILME BLADE RUNNER
Los Angeles, 2019. Você caminha em uma rua da cidade. Do céu escuro, cai a chuva ácida. Construções monolíticas cobertas de anúncios em neon dominam a paisagem. Mesmo que muitas pessoas tenham se mudado para colônias fora da Terra, a rua está lotada. Esse é o mundo de "Blade Runner", de Sir Ridley Scott. É, com certeza, um lugar sombrio. A polícia controla as ruas rigidamente e os animais foram todos extintos. A chuva cai e, mesmo que o sol esteja brilhando, a escuridão prevalece. Os anúncios gritam, algumas vezes literalmente, de todas as direções. Carros voadores levam policiais - e alguns outros - de lá pra cá. É um mundo de alta tecnologia e pouca empatia, um lugar não muito humano para se viver.
Isso é ficção científica, não é? Foi baseado em um romance.
No romance de Philip K. Dick, "Do Androids Dream of Electric Sheep?"
http://lazer.hsw.uol.com.br/replicantes5.htm
Mas, a notícia a que me referi acima é real, de 2011. Olhem só o que diz a reportagem:
Com o intuito de melhorar o ar nas grandes cidades, pesquisadores da Universidade de Columbia, em Nova York, nos Estados Unidos, trabalharam com um estúdio de design em Paris para projetar árvores artificiais que possam exercer a função de uma planta, sem que tenham que ser fincadas no solo ou alimentadas por água.
Segundo informações do portal de notícias Aol News, trata-se de uma máquina construída para filtrar o ar e converter dióxido de carbono em oxigênio, com suportes para painéis solares. Patrocinado pela organização SHIFTboston, a equipe elaborou o projeto utilizando como material garrafas plásticas recicladas, e agora aguarda a aprovação da proposta para produzir o primeiro protótipo.
Com design futurista, as árvores artificiais podem ser acesas no período da noite e iluminar com várias cores diferentes. Elas também podem gerar energia por meio dos painéis solares e movimento de balanços conectados à base das máquinas, que poderão ser utilizados pelas pessoas.
Opiniões contrárias dizem que em vez de construir projetos mirabolantes como este, os cientistas deveriam estimular a plantação de mais árvores. Mas os pesquisadores argumentam que árvores artificiais seriam mais eficazes, já que não necessitariam de tempo para o crescimento e poderiam ser instaladas em qualquer localidade.
Não que eu ache que os escritores de ficção não possam imaginar um futuro possível. Julio Verne imaginou nossa visita à Lua. Existe uma ciência, a futurologia...
Mas, cientistas planejarem árvores artificiais, não é um passo para a construção de humanos-robô, ou andróides? Ops, lembrei que eles já existem... recentemente foi noticiado e mostrada uma andróide, numa feira de robótica. No Japão as crianças já brincam com robôs de cachorrinhos de estimação! E, por incrível que pareça, se apegam emocionalmente a eles!
Mas, é esse o mundo que queremos? Um mundo de robôs, de replicantes, como o imaginado por Philip Dick e tão bem levado às telas de cinema por Ridley Scott?
PORTANTO, PENSAR QUE A HUMANIDADE DEVERÁ RECORRER A ANDRÓIDES E A ÁRVORES ARTIFICIAIS, SOA PARA MIM UM TANTO BIZARRO!
Até mais,
Malu.