domingo, 17 de abril de 2011

Terceiro aniversário do Parque Cambuí

             Olá, prezados leitores,
            ontem, aproveitei o sábado ensolarado de outono para dar uma voltinha no Parque Cambuí  e prestigiar a comemoração de seu terceiro aniversário. Fiquei contente em ver o parque bastante movimentado, e me emocionei ao assistir  uma peça teatral encenada por crianças de uma escola municipal de Curitiba, a Escola Municipal Campo Mourão. As criancinhas, de ensino fundamental, encenaram uma peça musical de cunho ecológico, mostrando que é possível reflorestar, usar energia limpa, cuidar da natureza. 
              Sabem, amigos, por quê me emocionei? Porque eu lembrei de uma peça encenada pela minha turma de segundo ano primário em que eu representava o livro. Eu não falava nada, só segurava o livro, no centro do palco (por sinal um livro gigantesco pro meu tamanho), enquanto outras crianças cantavam uma música e dançavam. Hoje, sou uma verdadeira amante dos livros.
              Vendo ontem aquelas criancinhas cantando eloquentemente uma música enaltecendo nosso planeta, os animais, as plantas, a necessidade de pensarmos num mundo viável ao  filho do filho que vai nascer, como eles cantavam, pensei, que bom exemplo de educação ambiental. Talvez para os adultos seja apenas uma apresentação bonitinha, mas quem sabe, para as crianças que assistiam e para as que encenavam a peça tenha sido um marco importante em sua formação educacional. As professoras estão de parabéns.
              Deixo aqui algumas fotos que fiz durante a apresentação da peça.
Abraços,
Malu.






        





sábado, 2 de abril de 2011

Nem em Blade Runner se viu

Olá, prezados(as) leitores(as),
em meio às notícias de contaminação do meio ambiente devido ao acidente nuclear de Fukushima, no Japão e a notíciade bueiros explodindo no Rio de Janeiro, uma outra me chama ainda mais a atenção:
Árvores artificiais podem converter dióxido de carbono em oxigênio

Pesquisadores dos Estados Unidos projetaram “planta” com garrafas plásticas recicladas que filtram o ar

A imagem postada na notícia, sugerindo um ambiente com as supostas árvores artificiais (ainda só o projeto) imediatamente me remeteu a um  filme que assisti em 1982, no cinema: Blade Runner, o caçador de andróides...                          

                                           ÁRVORES ARTIFICIAIS

                                          Fonte:http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI220833-18276,00-ARVORES%20ARTIFICIAIS%20PODEM%20CONVERTER%20DIOXIDO%20DE%20CARBONO%20EM%20OXIGENIO.html

                                           CENAS DO FILME BLADE RUNNER
                                          




          Alguns dados do filme que assisti:  Blade Runner- Direção:Ridley Scott Ano:1982 País:Estados UnidosGênero:Aventura, Drama, Ficção científica, ThrillerDuração:117 min. / cor Título Original:Blade Runner




Los Angeles, 2019. Você caminha em uma rua da cidade. Do céu escuro, cai a chuva ácida. Construções monolíticas cobertas de anúncios em neon dominam a paisagem. Mesmo que muitas pessoas tenham se mudado para colônias fora da Terra, a rua está lotada.
Esse é o mundo de "Blade Runner", de Sir Ridley Scott. É, com certeza, um lugar sombrio. A polícia controla as ruas rigidamente e os animais foram todos extintos. A chuva cai e, mesmo que o sol esteja brilhando, a escuridão prevalece. Os anúncios gritam, algumas vezes literalmente, de todas as direções. Carros voadores levam policiais - e alguns outros - de lá pra cá. É um mundo de alta tecnologia e pouca empatia, um lugar não muito humano para se viver.

Isso é ficção científica, não é? Foi baseado em um romance.
No romance de Philip K. Dick, "Do Androids Dream of Electric Sheep?"
http://lazer.hsw.uol.com.br/replicantes5.htm

Mas, a  notícia a que me referi acima é real, de 2011. Olhem só o que diz a reportagem:

Com o intuito de melhorar o ar nas grandes cidades, pesquisadores da Universidade de Columbia, em Nova York, nos Estados Unidos, trabalharam com um estúdio de design em Paris para projetar árvores artificiais que possam exercer a função de uma planta, sem que tenham que ser fincadas no solo ou alimentadas por água.

Segundo informações do portal de notícias Aol News, trata-se de uma máquina construída para filtrar o ar e
converter dióxido de carbono em oxigênio, com suportes para painéis solares. Patrocinado pela organização SHIFTboston, a equipe elaborou o projeto utilizando como material garrafas plásticas recicladas, e agora aguarda a aprovação da proposta para produzir o primeiro protótipo.

Com design futurista, as árvores artificiais podem ser acesas no período da noite e iluminar com várias cores diferentes. Elas também podem
gerar energia por meio dos painéis solares e movimento de balanços conectados à base das máquinas, que poderão ser utilizados pelas pessoas.

Opiniões contrárias dizem que em vez de construir projetos mirabolantes como este, os cientistas deveriam estimular a
plantação de mais árvores. Mas os pesquisadores argumentam que árvores artificiais seriam mais eficazes, já que não necessitariam de tempo para o crescimento e poderiam ser instaladas em qualquer localidade.


Não que eu ache que os escritores de ficção não possam  imaginar um futuro possível. Julio Verne imaginou nossa visita à Lua. Existe uma ciência, a futurologia...
Mas, cientistas planejarem árvores artificiais, não é um passo para a construção de humanos-robô, ou andróides? Ops, lembrei que eles já existem... recentemente foi noticiado e mostrada uma andróide, numa feira de robótica. No Japão as crianças já brincam com robôs de cachorrinhos de estimação! E, por incrível que pareça, se apegam emocionalmente a eles!
Mas, é esse o mundo que queremos? Um mundo de robôs, de replicantes, como o imaginado por Philip Dick e tão bem levado às telas de cinema por Ridley Scott?  

PORTANTO, PENSAR QUE A HUMANIDADE DEVERÁ RECORRER A ANDRÓIDES E A ÁRVORES ARTIFICIAIS, SOA PARA MIM UM TANTO BIZARRO!

             Até mais,
             Malu.







sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Uma viagem pelo Universo em 6 minutos!


Olá, prezados leitores(as),

tomando carona na blogada anterior que fala de estrelas, e, nos aproximando das férias de final de ano, quando muitas pessoas vão viajar, conhecer outros lugares, que tal imaginarmos que estamos fazendo  uma viagem pelo Universo?

Poucos seres humanos tiveram o privilégio de ver a Terra do espaço. Mas, devido a eles podemos ter imagens do nosso planeta. Através de instrumentos podemos também ter  imagens do Sistema Solar, da Via Láctea e de outras galáxias,  como também de outros corpos do Universo. São imagens fornecidas por sondas espaciais, satélites e por telescópios, como o telescópio Hubble.  
Com auxílio da computação gráfica, é possível imaginar uma viagem como essa.

Estão preparados, então, vamos lá!

Foi uma viagem maravilhosa, não é mesmo, uma viagem no tempo e no espaço! 
Um recadinho aos colegas professores:
nós professores devemos conhecer esses materiais que podem ser apresentados aos nossos alunos. Apresentando vídeos como esses,  além de fazermos divulgação científica estamos mostrando aos pequenos, aos jovens e adultos,  como é bom aprender, como é bom saber! E que o saber pode ser encontrado em sites diversos,  no youtube, em blogs, nos documentários de alguns canais de televisão (infelizmente, ainda não acessíveis a todos), mas que podem ser alugados em locadoras de filmes. Portanto, que todos nós podemos continuar aprendendo a vida toda!
Mais do que ensinar conceitos, muitos sem significado, precisamos mostrar o quanto nós professores gostamos de aprender, usando todas as ferramentas disponíveis para isso, não nos esquecendo dos materiais impressos, das visitas a outros espaços além da escola, além da realização de experimentos, entre outras práticas educativas.
 Colegas,
conheci este vídeo através de um excelente blog, de autoria de Patrícia Raposo. O endereço é:
(http://quarksegluoes.blogspot.com/search/label/estrelas).
O vídeo foi produzido pelo American Museum of Natural History e está no blog e no youtube.
 Sugiro a visita do blog para ver a quantidade de informação que tem lá, que pode ser utilizada para nossa informação e também no preparo de nossas aulas.

Abraços a todos(as)!
Malu.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Novo curso do Observatório Nacional

Prezados leitores (as), estão abertas as inscrições para o curso Evolução Estelar, oferecido pelo Observatório Nacional

O que sabemos sobre as estrelas ?

Que são astros que emitem luz própria, como o nosso Sol, que dá luz e calor à Terra, sendo ele apenas uma das centenas de bilhões de estrelas de nossa galáxia, a Via Láctea.
Que o Sol está a aproximadamente 8 minutos-luz de distância da Terra, que em quilômetros significa aproximadamente 150 milhões, e, que a próxima estrela (chamada Próxima Centauri) está a 4,3 anos-luz de distância, ou seja, aproximadamente 43 trilhões de km?
Que as estrelas se modificam com o passar do tempo?
Que foram feitas poesias  belíssimas sobre as estrelas, como estas, de Olavo Bilac e de Lulu Santos


Via Láctea
"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto…
E conversamos toda a noite, enquanto
A Via Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e entender estrelas"
Olavo Bilac
imagem e texto obtidos no blog COTIDIANÓS
http://fgassub.blog.terra.com.br/


TEMPO-ESPAÇO
Olha meu bem
Vê quanta luz, quanta estrela
Quase todas mortas
Só não é chegado para nós o tempo que se apagarão
A gente tá na lanterna do tempo que virá
Lulu Santos
(fonte: Mourão, Ronaldo Rogério de Freitas.O livro de ouro do Universo)

Então, sabemos um pouco sobre estes astros, mas, VAMOS APRENDER MAIS SOBRE ELES?

Informações sobre o curso
no endereço:
http://www.on.br/site_edu_dist_2011/site/index_ee.html
Até mais!





terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Questão do ENEM 2010-Mudanças na atmosfera de Júpiter

Olá, prezados leitores e leitoras,


hoje, gostaria de comentar uma questão do ENEM 2010  que apresenta uma curiosidade sobre o planeta Júpiter :


Questão 53- ciências da natureza e suas tecnologias (prova AMARELA aplicada no sábado).

Transcrevo a seguir a questão 53, com algumas adaptações :

Júpiter, conhecido como o gigante gasoso, perdeu uma das suas listras mais proeminentes, deixando o seu hemisfério Sul extremamente vazio.Observe a região em que a faixa sumiu, destacada pela seta:
(Obs. na questão da prova do ENEM, foi adicionada à imagem da direita de Júpiter uma seta indicando o local de desaparecimento da faixa marrom, presente na figura da esquerda).
                                           http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=jupiter-perdeu-faixa&id=030130100512

A aparência de Júpiter é tipicamente marcada por duas faixas escuras em sua atmosfera - uma no hemisfério norte e outra no hemisfério sul. Como o gás está constantemente em movimento, o desaparecimento da faixa no planeta relaciona-se ao movimento das diversas camadas de nuvens em sua atmosfera. A luz do Sol, refletida nessas nuvens, gera a imagem que é captada pelos telescópios, no espaço ou na Terra. 
O desaparecimento da faixa sul pode ter sido determinado por uma alteração 
A) na temperatura da superfície do planeta.
B) no formato da camada gasosa do planeta.
C)no campo gravitacional gerado pelo planeta.
D)na composição química das nuvens do planeta.
E)na densidade das nuvens que compõem o planeta.  CORRETA


APROFUNDANDO NOSSOS CONHECIMENTOS SOBRE O ASSUNTO:

O site Inovação Tecnológica http://www.inovacaotecnologica.com.br  (obs: vale a pena conferir!)  traz a notícia de que Júpiter perdeu uma faixa gigantesca em seu hemisfério sul ( postado em 12/05/2010) e apresenta um comentário:

As faixas de Júpiter podem normalmente parecer escuras simplesmente pela falta, nesta região, das nuvens de grandes altitudes, mais claras, presentes nas outras regiões, revelando as nuvens escuras abaixo."Você está olhando para diferentes camadas da estrutura de nuvens do planeta," disse Glenn Orton, do Laboratório de Propulsão a Jato, da NASA, em entrevista à revista.


O blog do Rex, da revista Ciência Hoje das Crianças, traz mais informações sobre o assunto,  no texto publicado em 02/06/2010 sob o título Sumiço no céu
 O texto está disponível em http://chc.cienciahoje.uol.com.br/blogue-do-rex/2010/junho/sumico-no-ceu

Trago aqui um pedacinho deste texto:

A faixa sul do planeta some em intervalos regulares. Já havia desaparecido em 2007 e também em 1993, 1989 e 1973. “Ninguém sabe a causa desse evento, mas a gente tem ideias do que pode ter acontecido”, conta Daniela Lázaro, astrônoma do Observatório Nacional. Segundo ela, é provável que a faixa escura, formada por nuvens de enxofre, ainda esteja lá, mas coberta por nuvens mais altas e claras de amônia.

“A atmosfera de Júpiter é muito variável e o que deve ter acontecido é um aumento das nuvens claras por cima da faixa de nuvens escuras”, explica ela. O mais curioso é que, a qualquer momento, o cinturão de nuvens de enxofre pode reaparecer! Se você tiver acesso a um telescópio, ou mesmo a um binóculo potente, pode ser o primeiro a ver essa mudança. Então, que tal ficar de olho no céu?!

Lembrando, ao refletirem a luz do Sol, e, sendo estudados através de binóculos, telescópios e sondas espaciais, os planetas, como também os diversos  satélites e outros astros encontrados no Sistema Solar revelam muito sobre sua estrutura e composição química. Por exemplo: Marte é vermelho devido a óxido de ferro (ferrugem) presente no seu solo. Urano e Netuno têm coloração verde-azulada, devido à presença de gás metano em suas atmosferas.
Quando a atmosfera do planeta  é muito densa, como acontece com Júpiter e todos os planetas gasosos é dificultada a observação de sua superfície. Provavelmente Júpiter tenha um pequeno núcleo rochoso (do tamanho da nossa Terra). 

Então, prezados leitores e leitoras, o que acharam desta questão do ENEM e dos comentários aqui apresentados?
Um abraço, 
até mais.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Segundo Fernando Straube, a ave do parque Cambuí é um biguá!!

Olá, prezados leitores,
em visita ao parque Cambuí, em Curitiba, tenho observado uma ave que achei muito interessante pois é uma excelente mergulhadora, e, quase presenciei o seu atropelamento, quando ela tentava ir do lago do parque Cambuí a um trecho do rio Barigui. Encontrei um vídeo no youtube de uma ave semelhante, que adicionei  na postagem anterior aqui deste blog . Também registrei algumas fotos.  Hoje, fiz uma nova observação, mais de perto, e, notei que ele é diferente do pato-mergulhão(Mergus octosetaceus), de acordo com a bibliografia encontrada sobre a espécie.Não observei o penacho com 8 penas (por isso a espécie octosetaceus, octo= oito).
A ave que tenho visto tem  seu corpo  marrom escuro, o seu  bico na parte de cima é marrom claro, e voltado para baixo na ponta. Na parte de baixo, o bico é amarelo. Suas patas, com membranas interdigitais, são pretas. Então, que espécie de ave é essa? Pedi ajuda a um importante ornitólogo de Curitiba. E ele prontamente me respondeu: é um biguá!!

Fiz um vídeo que vou colocar aqui, dá uma noção de como essa ave é boa mergulhadora.
Abraços,
Malu.
PS.  Agradeço ao Fernando Straube a sua pronta resposta, a fim de não divulgar uma informação errada neste blog. E, agora, vou pesquisar um pouco mais sobre esta ave, o biguá!!

sábado, 23 de outubro de 2010

Visita ao Parque Cambuí, Curitiba-Paraná

Prezados leitores e leitoras,

contei anteriormente que venho a um parque buscar um pouco de água esverdeada, hoje quero apresentá-lo. É um parque que fica próximo de onde eu moro, distante mais ou menos 1 km, no bairro Fazendinha. Possui dimensões modestas, está às margens do rio Barigui. Possui um lago e sobre ele uma passarela, pista de caminhada, parquinho, sendo bastante visitado pela população local.




Eu gosto muito de caminhar apreciando a vegetação, que, para muitos é mato,
mas que ao longo do ano presenteia os visitantes com florações variadas, atraindo abelhinhas nativas entre outros insetos.




Também dá pra ver muitos animais vertebrados.
No passeio de hoje, resolvi tirar algumas fotos para mostrar a vocês um pouco do parque.
Na sequencia abaixo temos: jabutis, frango d'água e marreca.


Que tal o papai cuidando dos filhotinhos!!


Vê-se aqui alguns ratões-do-banhado, que divertem a criançada!


Bom, é lógico que não encontro somente natureza preservada, pelo contrário. A frente do parque dá para uma avenida bastante movimentada, e, tem-se bastante poluição sonora. Mas, se fosse só isso...

Trago alguns registros das marcas deixadas por alguns Homo sapiens sapiens , não tão sábios como o nosso nome científico registra duplamente na espécie e sub-espécie.


E, isso não é natural!!


Mas o melhor ou o pior de tudo...

presenciei um quase atropelamento de um biguá!!
De repente, uma ave passa pela minha frente dando um vôo rasante e se estatela no asfalto da avenida. Meio tonta e desengonçada, é quase atropelada, mas consegue retornar ao lago. Fiquei imaginando se a ave tivesse sido atropelada, eu deveria me comunicar com o Museu do Capão da Imbuia, para alguém vir recolhê-la e registrar o acontecido. Felizmente, só foi um susto! Pena que não deu tempo de registrar em foto. Mas, fica aqui o registro escrito.
No outro dia, entendi melhor porque aconteceu o quase-atropelamento. É que a ave, ou melhor,  que eu pensei ser o pato-mergulhão, atravessa a avenida em direção ao Rio Barigui!
Depois do susto, registrei algumas fotos dele.


Algumas fotos da mesma ave, no dia seguinte ao quase-atropelamento.





Prezados leitores, faço a correção, e, peço desculpas a todos, eu me enganei, de acordo com nosso comentarista Fernando Straube, a ave é um biguá!!
Este vídeo mostra um biguá se alimentando, é muito interessante!!
Abraços, espero que tenham gostado da visita virtual ao Parque Cambuí, em Curitiba, conhecendo alguns de seus habitantes.
Até mais,
Malu.