Prezados leitores e leitoras,
contei anteriormente que venho a um parque buscar um pouco de água esverdeada, hoje quero apresentá-lo. É um parque que fica próximo de onde eu moro, distante mais ou menos 1 km, no bairro Fazendinha. Possui dimensões modestas, está às margens do rio Barigui. Possui um lago e sobre ele uma passarela, pista de caminhada, parquinho, sendo bastante visitado pela população local.
Bom, é lógico que não encontro somente natureza preservada, pelo contrário. A frente do parque dá para uma avenida bastante movimentada, e, tem-se bastante poluição sonora. Mas, se fosse só isso...

Mas o melhor ou o pior de tudo...
presenciei um quase atropelamento de um biguá!!
De repente, uma ave passa pela minha frente dando um vôo rasante e se estatela no asfalto da avenida. Meio tonta e desengonçada, é quase atropelada, mas consegue retornar ao lago. Fiquei imaginando se a ave tivesse sido atropelada, eu deveria me comunicar com o Museu do Capão da Imbuia, para alguém vir recolhê-la e registrar o acontecido. Felizmente, só foi um susto! Pena que não deu tempo de registrar em foto. Mas, fica aqui o registro escrito.
No outro dia, entendi melhor porque aconteceu o quase-atropelamento. É que a ave, ou melhor, que eu pensei ser o pato-mergulhão, atravessa a avenida em direção ao Rio Barigui!
Depois do susto, registrei algumas fotos dele.



Prezados leitores, faço a correção, e, peço desculpas a todos, eu me enganei, de acordo com nosso comentarista Fernando Straube, a ave é um biguá!!
contei anteriormente que venho a um parque buscar um pouco de água esverdeada, hoje quero apresentá-lo. É um parque que fica próximo de onde eu moro, distante mais ou menos 1 km, no bairro Fazendinha. Possui dimensões modestas, está às margens do rio Barigui. Possui um lago e sobre ele uma passarela, pista de caminhada, parquinho, sendo bastante visitado pela população local.
Eu gosto muito de caminhar apreciando a vegetação, que, para muitos é mato,
mas que ao longo do ano presenteia os visitantes com florações variadas, atraindo abelhinhas nativas entre outros insetos.
mas que ao longo do ano presenteia os visitantes com florações variadas, atraindo abelhinhas nativas entre outros insetos.
Também dá pra ver muitos animais vertebrados.
No passeio de hoje, resolvi tirar algumas fotos para mostrar a vocês um pouco do parque.
Na sequencia abaixo temos: jabutis, frango d'água e marreca.


Que tal o papai cuidando dos filhotinhos!!

No passeio de hoje, resolvi tirar algumas fotos para mostrar a vocês um pouco do parque.
Na sequencia abaixo temos: jabutis, frango d'água e marreca.
Que tal o papai cuidando dos filhotinhos!!
Bom, é lógico que não encontro somente natureza preservada, pelo contrário. A frente do parque dá para uma avenida bastante movimentada, e, tem-se bastante poluição sonora. Mas, se fosse só isso...
Trago alguns registros das marcas deixadas por alguns Homo sapiens sapiens , não tão sábios como o nosso nome científico registra duplamente na espécie e sub-espécie.
E, isso não é natural!!
Mas o melhor ou o pior de tudo...
presenciei um quase atropelamento de um biguá!!
De repente, uma ave passa pela minha frente dando um vôo rasante e se estatela no asfalto da avenida. Meio tonta e desengonçada, é quase atropelada, mas consegue retornar ao lago. Fiquei imaginando se a ave tivesse sido atropelada, eu deveria me comunicar com o Museu do Capão da Imbuia, para alguém vir recolhê-la e registrar o acontecido. Felizmente, só foi um susto! Pena que não deu tempo de registrar em foto. Mas, fica aqui o registro escrito.
No outro dia, entendi melhor porque aconteceu o quase-atropelamento. É que a ave, ou melhor, que eu pensei ser o pato-mergulhão, atravessa a avenida em direção ao Rio Barigui!
Depois do susto, registrei algumas fotos dele.
Algumas fotos da mesma ave, no dia seguinte ao quase-atropelamento.
Prezados leitores, faço a correção, e, peço desculpas a todos, eu me enganei, de acordo com nosso comentarista Fernando Straube, a ave é um biguá!!
Este vídeo mostra um biguá se alimentando, é muito interessante!!
Abraços, espero que tenham gostado da visita virtual ao Parque Cambuí, em Curitiba, conhecendo alguns de seus habitantes.
Até mais,
Malu.
Oi, Malu
ResponderExcluirAnalisei com cuidado as fotos que você postou em seu blog.
Para tristeza de todos não é um pato-mergulhão e sim um biguá (Phalacrocorax brasilianus). Seria mesmo um grande achado que, no entanto, não desmerece a sua descoberta e o fato de que está prestando mais atenção das aves. E mais: ressalta a importância de sua iniciativa para a educação das pessoas, fazendo com que observem nossos companheiros do dia-a-dia, normalmente subestimados do cidadão comum. O pato-mergulhão gosta de água limpa, corrente e com muitas pedras. Ele tem mesmo a silhueta parecida com o biguá, mas pode ser distinguido por alguns detalhes de plumagem. Há muitas fotos na internet e você mesma poderá comparar.
Parabéns pelo seu trabalho e conte comigo em tudo que precisar. Email: fernando@hori.bio.br.
Um abraço, Fernando C.Straube
Fernando,
ResponderExcluiragradeço a sua pronta resposta, vou fazer a correção do nome da ave.Eu desconhecia, e, o pessoal que vem aqui no parque chama de mergulhão, de pato, eu procurei na internet e me precipitei na identificação. Ainda bem que temos ornitólogos de plantão como você, aqui em Curitiba.
Obrigada,
Malu.